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Policia investiga morte de bebê em maternidade da região noroeste de Goiânia

Foto: Arquivo pessoal



Um recém-nascido, do sexo feminino, morreu logo após o parto, na Maternidade Nascer Cidadão, em Goiânia. A família dos pais do bebê critica o atendimento prestado e acredita que houve negligência no caso, que foi registrado na Polícia Civil. A mãe, Daniele Santos da Silva Assis, de 20 anos, está internada. A Secretaria Municipal de Saúde (SMS) informou que a maternidade é gerida pela Fundação de Apoio ao Hospital das Clínicas (Fundahc), que é quem deve se pronunciar sobre a denúncia. 

O bebê morreu na tarde de segunda-feira (29). Segundo o boletim de ocorrência registrado pelo pai, Reginaldo Junio Soares de Assis, de 21 anos, na madrugada, a esposa, que estava no nono mês de gestação, se sentiu mal e foi levada para a maternidade. O documento relata que, ao chegar ao local, a jovem foi atendida por um médico, que disse que os batimentos cardíacos da criança estavam normais. 

Após medica-la, o profissional a liberou para voltar para casa, uma vez que ainda não estaria no momento do parto. Porém, por volta de meio dia, Daniele piorou, teve sangramento e retornou ao hospital. 

Ainda conforme a ocorrência, assim que chegou, ela foi encaminhada para a sala de cirurgia, onde o parto foi realizado, mas a criança não resistiu. Após o parto, a jovem foi transferida para o Hospital Materno Infantil (HMI). Segundo a família, ela está internada em um leito de UTI. 

O Hospital Estadual Materno-Infantil Dr. Jurandir do Nascimento (HMI) informa que a paciente D.S.S.A., de 21 anos, deu entrada na unidade ontem, segunda-feira, por volta das 16h15, transferida de outra unidade de saúde, após perder muito sangue, devido a uma cesárea de emergência. 

A paciente foi encaminhada imediatamente para um leito da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) onde permanece internada recebendo toda medicação e atendimentos necessários pela equipe multiprofissional. 
O HMI informa ainda que seu estado de saúde é estável, e que a paciente vem respondendo bem às intervenções medicamentosas. Não há previsão de alta".