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COVID-19 - Defensoria Pública quer suspensão de flexibilização em Goiânia

Com apenas dois leitos para COVID-19, Defensoria Pública quer suspensão de flexibilização, em Goiânia, por sete dias
Após o índice de ocupação dos leitos de UTI destinados aos pacientes com Covid-19 atingir 96% de ocupação, a Defensoria Pública do Estado de Goiás (DPE-GO) protocolou Ação Civil Pública (ACP), na noite deste domingo (28/06), para suspender por sete dias os efeitos dos três últimos decretos municipais que flexibilizaram as atividades produtivas em Goiânia.

De acordo com o coordenador do NUDH Philipe Arapian, o objetivo é retomar o isolamento social para o patamar de 50% até que o sistema de saúde retome sua capacidade de absorver a demanda por internações em UTI. “Com apenas quatro leitos disponíveis, entendemos que a capacidade do município em garantir tratamento para as pessoas que precisarem de internação em leitos especializados ficou comprometida”, disse o defensor público.
Caso seja acatada, os efeitos da Ação Civil Pública iniciam-se a partir do dia 30/06, terça-feira, para conceder tempo hábil de organização e não surpresa a comerciantes e trabalhadores, sem prejuízo de eventuais prorrogações dessa suspensão, em caso de necessidade. 

(Fonte: Defensoria Pública)

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