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Em Goiânia ; Vereadora Sabrina Garcêz propõe Musicoterapia como tratamento complementar



A vereadora Sabrina Garcêz (PSD) apresentou nesta quarta-feira, 16, em plenário, o projeto de lei nº 227/2021, que institui em Goiânia o uso da Musicoterapia como procedimento terapêutico para tratamento complementar de pessoas com deficiência, transtornos mentais, doenças crônicas, síndromes e/ou Transtorno do Espectro Autista (TEA), gestantes, neonatos, entre outros. 


 Para o desempenho da atividade, a Secretaria Municipal de Educação destinará funcionários do seu quadro, que tenham a certificação necessária. O tratamento por meio da Musicoterapia poderá passar por avaliações qualitativas periódicas, a fim de aferir a evolução dos pacientes, com objetivos terapêuticos individualizados, que serão traçados pelo terapeuta durante a avaliação inicial e/ou atendimento musicoterapêutico. Estudos comprovam que a Musicoterapia agrega diversos benefícios ao tratamento, facilitando a comunicação verbal e não verbal, o contato visual e tátil; diminuição dos movimentos estereotipados; facilitação da criatividade; contribuição para organização do pensamento; diminuição da hiperatividade, dentre outros. 


 No caso de paciente com deficiência, o tratamento musicoterapêutico não trabalha com as limitações da pessoa, mas sempre com a capacidade de cada um. Nas sessões de Musicoterapia, o paciente, assim como os seus familiares, se surpreendem com as inúmeras possibilidades que vão sendo descobertas. Há o estímulo do crescimento interior e o resgate de si mesmo em cada sessão, por meio da mistura de ritmos, melodias, harmonia, timbres, instrumentos musicais, criação, improvisação, audição e energia que transforma. O cérebro humano é estimulado pela música e pelos seus elementos. 


 Os benefícios da Musicoterapia são igualmente decisivos para o tratamento de diversas síndromes. O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é tratado com excelentes resultados práticos através da Musicoterapia. 

O autismo se traduz em um conjunto de transtornos que afetam diretamente o desenvolvimento do sistema nervoso central, comprometendo principalmente as habilidades de comunicação e interação social, tendo sido incorporado ao Transtorno do Espectro Autista, que engloba diferentes síndromes marcadas por perturbações do sistema neurológico. 

Atualmente, um em cada cem pessoas possuem TEA. No mundo, já são mais de 70 milhões de pessoas diagnosticadas com autismo, de acordo com a Organização das Nações Unidas. Para Sabrina, 

” a música exerce um poder terapêutico indescritível na vida dessas pessoas, os benefícios são alcançados a curto, médio e longo prazo, e podem ser mantidos por toda a vida”. 

 *Com informações da assessoria de comunicação da vereadora

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