Em Cuba , solta jornalista que foi presa durante protestos , fotojornalista teve ferimentos graves



A jornalista Camila Acosta, detida na segunda-feira, 12, enquanto cobria prisões de civis em Cuba para o jornal espanhol “ABC”, foi liberada para cumprir prisão domiciliar no país nesta sexta-feira, 16. A informação foi confirmada pelo jornal espanhol, que afirma que Acosta é correspondente na cidade de Havana. 

O governo cubano, porém, nega a profissão dela, já que a jornalista não tem credenciamento oficial de imprensa estrangeira. 


 Um fotojornalista do mesmo grupo de comunicação precisou ser hospitalizado após sofrer ferimentos no nariz e no olho por parte da polícia cubana. Ambos passam bem. Mesmo com o testemunho das agressões em vídeos e fotos, o presidente do país fez pronunciamento oficial na segunda-feira negando qualquer tipo de repressão nas manifestações, fala considerada como uma “retórica inflamatória de guerra e confronto” pela Anistia Internacional, para quem o discurso do governo cubano gera “um ambiente violento contra quem cobra prestação de contas e o livre exercício de seus direitos”.

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