Com mais de 300 mil empresas, Goiânia é referência em moda e gastronomia

 


Cidade que mais empreende em Goiás, Goiânia possui hoje 312 mil empresas em funcionamento, conforme levantamento realizado pela Junta Comercial do Estado (Juceg). Somente neste ano, a capital criou 9,7 mil novos negócios, número cinco vezes maior que Anápolis, segunda colocada, que contou com 1,7 mil novos estabelecimentos registrados no período. Em terceiro, Aparecida de Goiânia, abriu 1,5 mil novas empresas nos 10 primeiros meses de 2022.

O ramo de maior destaque é o de comércio de vestuário e acessórios, com 20.264 lojas, seguido de cabeleireiro e manicure (12.061) e confecção de roupas (6.573). Goiânia tem o segundo maior polo de confecção do Brasil, na região da 44, perdendo apenas para São Paulo. “Aqui é o melhor lugar para se comprar moda no país. Lá em São Paulo não tem essa estrutura de shoppings com ar condicionado e uma ampla variedade em um único local”, afirma o presidente da Juceg, Euclides Barbo Siqueira.

A empresária Luciana Melo decidiu empreender nesse ramo que Goiânia domina. De olho no sucesso da moda infantil, abriu uma empresa dedicada aos “pequenos clientes” em maio deste ano, em formato container. “Me interessava por este ramo e quando conheci a franquia com a proposta sustentável e o modelo de loja envolvente para as crianças, tive a certeza de iniciar este negócio desejado há anos”, explica. Luciana escolheu o setor Oeste para sediar o negócio, bairro que está entre os cinco com maior número de empresas abertas.

Bairro mais empreendedor

O bairro campeão de empresas abertas em 2022 é o setor Bueno. Foram 910 novos CNPJs instalados no local neste ano. A variedade de estabelecimentos empresariais, colégios e a densidade populacional da região atraíram a empresária Gabriela Borges, que apostou em uma atividade comercial que é a quarta mais escolhida na capital: o ramo da alimentação.

Recorde

No mês de agosto, Goiânia alcançou 300 mil empresas em funcionamento, exatamente no mesmo momento em que Goiás também conquistou o índice histórico de 1 milhão de empresas ativas. Para o presidente da Juceg, Euclides Barbo Siqueira, não existe coincidência. A Junta Comercial adotou, desde 2019, o processo digital, que desburocratizou o processo. “Passamos de meses para horas a criação de um novo CNPJ no Estado. Não temos dúvidas que essa facilidade, somada com a vontade do empresário de empreender, explica esses resultados”, comemora o presidente.

Via Agencia Cora Coralina 

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